Idealizado por Amanda Cardoso, à frente da Atma Crochê, o Encontrinho Feito à Mão nasce do desejo de transformar o crochê em uma experiência coletiva. Mais do que produzir squares de crochê, a ideia é criar um espaço de troca, onde diferentes histórias se encontram em torno do fazer manual e ganham um novo significado ao se conectarem com uma ação social real.
E a Pingouin teve o privilégio de fazer parte dessa história.
Um encontro que aquece muito além do fio
O resultado desse encontro já mostra a força do fazer coletivo: ao todo, foram produzidos e arrecadados 146 squares de crochê — sendo 93 quadradinhos maiores (acima de 20×20) e 53 menores. Cada um deles agora segue para a próxima etapa do projeto: a união que dará forma a 20 mantas de crochê, destinadas à doação para um lar de meninas. Essas mantas vão aquecer, mas também levar cor e cuidado para o dia a dia de quem vai recebê-las.
O Encontrinho Feito à Mão aconteceu no dia 26 de abril, na CEU-PR (Casa dos Estudantes Universitários), reunindo pessoas apaixonadas por crochê em horas marcadas por criatividade, troca e conexão. Entre fios, agulhas e muitos squares coloridos, o espaço se transformou em um ponto de encontro para quem acredita na força do fazer manual como ferramenta de afeto e impacto social.
O fio que conecta tudo isso: Baska
Para dar vida a esse projeto, nada melhor que o fio Baska da Pingouin.
Composto por 100% acrílico, o Baska tem aquela espessura que entrega estrutura sem pesar. É perfeito para mantas, mas também para peças como suéteres, casacos e cachecóis. A textura macia convida a continuar, ponto após ponto, e a cartela de cores proporciona infinitas possibilidades criativas.
E tem mais: o rendimento de cada novelo permite explorar ideias, testar combinações e criar sem medo.
Quando marcas e pessoas caminham juntas
Projetos como o Encontrinho Feito à Mão mostram algo que a gente acredita profundamente: o fazer manual ganha ainda mais força quando é coletivo.
Para a Pingouin, estar presente, através dos fios, é motivo de alegria e gratidão. Porque cada ponto feito ali carrega algo que não dá para medir: amor ao próximo.
Mês que vem tem mais…
O mais bonito? Isso não termina aqui.
A próxima edição já está no radar, com mais gente, mais histórias e mais quadradinhos para ampliar essa corrente de afeto, fazer coletivo e transformação.
E a gente segue junto, gerando impacto positivo, um ponto de cada vez.





